Lauren concedeu uma entrevista para a Billboard Argentina e, conforme for liberada, atualizaremos o post com a tradução da matéria. (mais…)

Publicado por Barbara Ianhes em 28 de maio de 2018

Lauren, que sairá em tour com a Halsey em Junho, realizou uma listening party de parte de seu novo álbum com familiares e amigos. (mais…)

Publicado por Barbara Ianhes em 14 de maio de 2018

Ha quem diria que Lauren não gosta do Brasil.. A cantora fará 2 shows em nosso país como convidada especial da turnê Hopeless Fountain Kingdom da Halsey. Separamos todas as informações para vocês. (mais…)

Publicado por Barbara Ianhes em 14 de abril de 2018

Com o seu novo álbum auto-intitulado na próxima sexta-feira e uma apresentação agendada para o MTV Video Music Awards dois dias depois, Fifth Harmony – Ally Brooke, Normani Kordei, Dinah Jane e Lauren Jauregui – estão se preparando para a maior semana de sua carreira como um grupo com quatro integrantes.

No entanto, as perguntas continuam a seguir o grupo sobre a quinta integrante, Camila Cabello, que deixou 5H em dezembro de 2016 para uma carreira solo.

Em uma entrevista com o USA TODAY, Kordei e Jauregui falaram sobre a celebração da nova era do grupo e seguir em frente do drama do passado, que elas admitiram que não ser diferente de um divórcio entre celebridades.

Foi literalmente assim“, disse Kordei.
Realmente era, era assim. Todo o drama, toda a atenção“, disse Jauregui. “Mas você sabe o que? Estamos tão felizes e seguimos em frente, estamos em um bom lugar, e esperamos que ela esteja em um bom lugar, e isso é realmente o que importa. Todos deveriam estar na sua própria linha, fazer o seu próprio bem e parar de se preocupar com o resto “.

Nós somos todos artistas – não estamos aqui para esse drama sem fim“, ela continuou. “Nós dissemos o que tínhamos a dizer, está no passado e estamos avançando, essa é a narrativa que queremos dar“.

Como o grupo aprendeu, essa não é sempre a narrativa sobre a qual a imprensa se preocupa. Jauregui descreveu as dificuldades de ser constantemente perguntada sobre a antiga colega de banda, com algumas entrevistas mais hostis do que outras.
Quando as pessoas colocam você em situações que elas sabem que você vai ficar desconfortável é indicativo do que elas estão querendo da entrevista“, disse Jauregui. “E no final do dia, eu não sinto que ninguém tem direito de tirar informação de mim sobre a qual não me sinto à vontade. Porque sou um ser humano e tenho mais do que o direito de manter informações para mim mesmo

E eu sei que, como ser humano, tenho mais a oferecer do que fofocas“, continuou ela. “Eu tenho um milhão de outras coisas que eu faço e de que estou orgulhosa. E o grupo, há muito mais coisas do que as histórias que as pessoas querem espalhar. As manchetes sobre drama, isso é não somos quem somos “.

Kordei agradeceu os fãs da Fifth Harmony, um exército poderoso que regularmente se coloca em defesa do grupo on-line, e está sempre as protegendo. “Nós somos genuinamente como uma família – toda vez que nos machucamos, eles também se machucam“, disse ela. “E eles nos defenderão sem fim … Eles sabem o que está acontecendo, eles sabem quando não estamos sendo tratadas de maneira justa, e eles ficam por nós. Eles não querem saber de coisa inúteis, eles sabem o quão duro nós trabalhamos e o quanto nos merecemos “.

Jauregui e Kordei escreveram cartas abertas e falaram nas mídias sociais sobre suas crenças políticas. Quando se trata de seus fãs, Jauregui confia em que eles não estão apenas procurando por shades.

“(Fãs) também não gostam de entrevistas de fofocas sobre nós”, disse Jauregui. “Eles não estão aguardando por essas coisas. Eles estão esperando como amar e ser melhores versões de si mesmos. É o que eles esperam de nós “.

Traducao e Adaptação Equipe Fifth Harmony Brasil.

Publicado por Barbara Ianhes em 18 de agosto de 2017

A conta oficial das meninas anunciou que o 5H Friday está de volta, ou seja, toda sexta feira uma das meninas irá responder à perguntas enviadas pelos fãs. A primeira a fazer o mesmo foi a Lauren e, abaixo, você confere a tradução das respostas dada por ela.

Clique aqui para ver os vídeos. 

Descreva o novo álbum em uma palavra.”
Lauren: Elevado

Qual a sua letra de música favorita no momento?
Lauren: Amo letras de músicas e essas coisas, mas agora a minha favorita seria do John Mayer. Waiting On The World To Change’, fala sobre você acreditar no que a TV fala pois eles transmitem a mensagem da maneira que quiserem. É genial!

Que conselho você pode dar para alguém que quer iniciar uma carreira na música?

Lauren: Eu diria para acreditar em si mesmo. Não importa o que todo mundo está dizendo para você. Apenas acredite em si mesmo, persevere e trabalhe para si mesmo, em sua habilidade e crescimento. Trabalhe para ser a melhor versão de si mesmo, pois se você acredita em você, todo mundo acreditará.

Você pode se descrever em 3 palavras?
Lauren: É meio difícil de descrever qualquer um em 3 palavras. Especialmente eu mesma. Eu escolheria, provavelmente: Leal, criativa e inteligente.

Como você se sente quando está no palco?
Lauren: Quando estou no palco, esqueço completamente o resto do mundo. Em um momento muito conectada com as pessoas a minha frente, é mais fácil se apresentar para públicos maiores do que shows íntimos. Quando é um grupo pequeno de pessoas, eu fico nervosa. Mas quando é grande, eu me sinto eletrizada.

Qual a maior lição de vida que aprendeu e como aprendeu?
Lauren: Eu acho que a maior lição de vida que eu aprendi até agora, foi sobre ser honesta e amar a si mesma. Ter encontrado meu valor, foi uma das melhores lições e não permitindo digam quem sou ou meu valor. E estar sempre certa disso. Eu sou a única que sabe e pode construir a mim mesma para ir mais longe.

O que está no topo da sua lista de desejos agora?
Lauren: Viajar para a Tailândia, viver lá por um tempo e mergulhar na cultura de lá. Eu amo viajar!

Além do X Factor e carreira, qual é a sua realização mais orgulhosa?
Lauren: Minha maior realização além do XFactor e carreira é ter a plataforma que tenho e ser capaz de inspirar ou ter garotas vindo até mim dizer que, por algum motivo, sou a razão delas amarem a si mesma. Isso tem sido a minha realização mais orgulhosa. Vai além de tudo. Além da carreira, dinheiro. É sobre o fato de que posso ajudar qualquer um a se amar mais ou se aceitar, é para isso que eu vivo.

Como você se concentra quando está compondo?
Lauren: Quando estou compondo, gosto de ficar sozinha no banheiro, é onde encontro toda a minha criatividade. Um espaço pequeno, é onde me sinto mais confortável e ter uma boa energia com quem estou escrevendo. Quando você não pensa muito, escreve todas as suas ideias, sendo criativa e não diminuindo isso.

Qual a sua coisa favorita para fazer na folga? (além de dormir)”
Lauren: Minha coisa favorita na folga é ir à praia, estar no sol e na água, ou caminhar. Ou apenas relaxar. Depende da minha vibe. As vezes só quero relaxar e não fazer nada, ficar na Netflix, ler ou pintar.

Qual é o lugar que você gostaria de visitar ou retornar?
Lauren: Um lugar que eu gostaria de visitar é Costa Rica. E de retornar é a Jamaica, tive um momento ótimo lá.

Publicado por Barbara Ianhes em 14 de julho de 2017

Lauren surpreendeu todos e compareceu ao Today Show para se juntar a Halsey na primeira performance ao vivo de Strangers, confira fotos e vídeos desse momento icônico:

GALERIA: Lauren & Halsey @ Today Show

Publicado por Barbara Ianhes em 9 de junho de 2017

Durante a tarde de hoje, 20, Lauren compareceu ao BeautyCon Festival em New York onde falou sobre sua orientação sexual, como foi contar ao seus pais e o processo de aceitação de si mesma. Confira tudo que aconteceu!

Para quem não sabe, Beautycon é descrito como “um encontro de moda e beleza para as pessoas mais influenciáveis da internet e todos que são obcecados por elas”. É um movimento de auto conhecimento que junta um interesse comum de todos – beleza, moda, estilo e continuar verdadeiro a si mesma.

Aceitação da sexualidade feminina• Quando eu estou me aceitando, aceitando o meu corpo e a minha sexualidade, eu tenho o direito de ser sexual, tenho direito de querer ser desse jeito. Quando essa aceitação não cai bem pra você, e você pensa, “Você não tem respeito próprio”, ou, essa é a minha favorita, “Você não se respeita por causa da roupa que está vestindo”. Senhor, você não tem respeito comigo por causa da roupa que eu estou vestindo! O respeito está com você, do jeito que você me vê e do jeito que eu sou. Se você me olhar vestindo um vestido curto e pensar, “Ela não se respeita”… não, eu me respeito muito. Você é quem não me respeita e não respeita as minhas escolhas quanto ao meu próprio corpo. Esse é o problema.”

Como foi traumatizante quando os fãs a chamavam de bissexual quando nem ela estava pronta para aceitar isso• “[…] dos fãs sabendo que eu era bissexual. Aquilo me traumatizou muito quando eu era mais nova, pois eu pensava que eu não estava pronta. Eu nem estava pronta para aceitar aquele fato sobre eu mesma, então ouvir outras pessoas dizendo isso me deixou com raiva, fez com que eu me odiasse, honestamente. Eu pensava, “Pare! Por que você vê isso? Como você vê isso? O que você está buscando quando enxerga isso?”. Aquilo me ofendia. Demorou muito tempo para chegar ao ponto em que pensei, “Foda-se”. Eu me amo, e eu sei quem eu amo, sei quem eu sou e conheço a minha alma. Essa foi a parte mais importante: aceitar isso pra mim mesma. E quando isso chegou? Eu escrevi num artigo! E o mundo inteiro descobriu! Eu só continuei a partir disso.

Como foi se assumir bissexual aos seus pais• Eles sabiam, com certeza. Eu sempre fui muito aberta com os meus pais, sou muito próxima deles. Eles nunca me fizeram sentir medo de ser quem eu sou. Sempre me permitiram o espaço para que eu me explorasse, para que eu encontrasse as diferentes partes de mim que me faziam ser quem sou. Claro que eles têm suas opiniões próprias sobre quem eu deveria ser. Eles são pais, isso acontece, mas no final do dia, eles apoiam muito e aceitam quem eu sou, meus ideais e meus valores. Honestamente, eu agradeço ao universo e a Deus por isso, pois sei que isso não é a situação de muitas pessoas por aí. Muitas garotas me disseram, “me sinto tão inspirada por você, mas não sei o que fazer na minha situação, pois se eu me assumir, meus pais me expulsarão.” ou “meu irmão vai parar de falar comigo.” É tão assustador viver com isso e ter que sentir medo de perder relacionamentos que importam para você por culpa de quem você é. Isso, psicologicamente machuca muito as pessoas. Encontrem o amor e a aceitação dentro de vocês, e uma vez que encontrarem, não importa o que qualquer pessoa diga, vocês nunca se sentirão sem esperança ou sem valor. Nunca haverá sentimentos assim dentro de vocês, pois sabem disso e não precisam de mais ninguém.

GALERIA: Lauren @ BeautyCon Festival, NY

créditos pela matéria @LaurenComBR

Publicado por Barbara Ianhes em 20 de maio de 2017

Lauren concorrida na categoria LGBT + Celebrity no British LGBT Awards, o qual levou para casa após a votação aberta. A cantora foi anunciada ganhadora do prêmio durante o evento, que ocorreu hoje, 12.

Infelizmente, Lauren não pode estar presente pois está no estúdio com o Fifth Harmony porém isso não a impediu de deixar o seu agradecimento. Confira:

Oi, meu Deus, muito obrigada por esse prêmio. Muito louco… Obrigada aos Harmonizers e a todos que votaram. Sou muito grata a vocês que fazem isso por mim. Eu espero que vocês continuem amando a si mesmo, continuem crescendo e sendo vocês mesmos independentemente do que o mundo ou qualquer um diga. Apenas seja feliz com a sua alma, arrase e faça ela sua. Muito obrigada, mais um vez. Me desculpem não estar aí, eu queria tanto.

Publicado por Barbara Ianhes em 12 de maio de 2017

A Vulkan Magazine divulgou hoje, 03, uma entrevista feita com a Lauren. Durante a entrevista ela fala sobre Fifth Harmony, projetos solos, política e varios outros assuntos. Vale muito a pena conferir e ficar por dentro de um pouco mais da mente fabulosa de Lauren Jauregui.

Lauren Jauregui se tornou um nome conhecido desde o momento que Fifth Harmony agraciou nossas telas de televisão no X-Factor USA, mas essa jovem estrela provou ser mais do que uma entidade de um girl group. Desde suas fortes entrevista sobre direitos das mulheres e política até como ela superou a dura realidade da fama, Lauren reservou um momento para aguentar tudo nessa matéria exclusiva da VULKAN Magazine.

Você tem sido extremamente aberta sobre suas opiniões quanto aos direitos das mulheres e humanos em geral; o que você acha que é preciso para superar a desigualdade e como você planeja fazer para contribuir?
Eu acho que organização e uma chamada para ação vinda de qualquer voz de influência que se preocupa com o que irá guiar essa resistência. O desequilíbrio existe porque muitas pessoas sentem-se oprimidas demais para acreditar que a voz importa. Empoderar essas pessoas e lembrá-las do seu valor e de suas habilidades irá ser uma das ferramentas mais fortes para uma organização apropriada. Educação e VERDADES acima de fatos alternativos são também grandes proponentes para clarear o caminho para a luz nessa fumaça.

PRECISAMOS falar obre sua carta aberta à Billboard sobre a vitória do Trump; é uma linda, crua e poderosa afirmação que MUITAS pessoas precisam ver. Você recebeu alguma crítica negativa por falar tal verdade? Você acha que há qualquer coisa positiva que possa vir da presidência dele?
Acho que numa sociedade na qual nós precisamos até discutir sobre ter alguém como ele, sua administração, e gabinete no escritório da “democracia”, um ambiente tóxico foi criado então, sim, eu recebi muitas críticas negativa. A verdade é um fato difícil de se encarar, ou um balde de água fria sendo derramado na sua cabeça enquanto você dorme. As pessoas frequentemente respondem a esse tipo de coisa agressivamente se eles a. não querem acreditar na verdade e preferem permanecer confortáveis ou pior, b. não precisam saber a verdade e apoiam fortemente o sistema de mentiras. Quando alguém como eu, que está na indústria do entretenimento, que é uma grande falsidade em si, tenta falar abertamente sobre política, especialmente sendo mulher, eu recebo muitos “cala a boca, apenas cante e dance para nós, sua idiota”. As sociedades foram condicionadas a acreditar que pessoas do entretenimento são apenas isso, mas eu me recuso a ser colocada na caixa de um bicho de pelúcia, e eu continuarei a dar voz às minhas preocupações e conhecimentos sobre o que está acontecendo nesse momento para quem precisa sentir-se mais forte.
Acho que a única coisa positiva dessa administração é que eles estão destruindo os ideais de democracia estadunidenses tão descaradamente que aqueles que enxergam e entendem isso não possuem escolha nenhuma que não seja se pronunciar sobre isso e começar a organizar-se em oposição. Eu presenciei a Women’s March em Washington D.C. no dia após a tomada de posse [do novo governo] e eu vi ambas as multidões. A quantidade de pessoas em oposição ao ódio e à destruição da liberdade foi incrivelmente maior que aqueles que apoiavam o regime; e não só em Washington, mas no mundo inteiro. Eles despertaram uma revolução que eu acho que nunca aconteceria se eles não tivessem escolhido alguém que, novamente, descaradamente não se preocupa com nossos direitos como seres humanos e nos vê como cifrões de dólar ambulantes.

“Tenho orgulho de ser uma mulher. Orgulho de que o sexo entre as minha pernas fornece uma força e resiliência dentro de mim que apenas outras mulheres conseguem sentir, de que o meu corpo se curva de maneiras que me permitem criar vida dentro de mim, de que a minha vida inteira foi cheia de adversidades e dúvidas e pessoas questionando a minha inteligência e meu potencial artístico e a minha expressão e minha virtude e honra porque sou mulher demais. Tenho orgulho de poder prová-los o contrário.” Essa frase é tão incrivelmente precisa e fala em nome de mulheres em todos os lugares. Como podemos continuar provando-os o contrário, apesar da indicação do Trump de tantos membros conservadores para o gabinete? Como você faz isso diariamente?
Aceitando-se todos os dias e não permitindo que propagandas e mentiras desencoragem sua alma de entender que é infinita. Mulheres têm tanto poder quando nos combatemos isso e enxergamos isso umas nas outras. Somos a resposta e a cura para esse mundo doente; nossos espíritos nutritivos, nossa força, e intuição foram dadas a nós para equilibrar a dominância e força do homem. O mundo que estamos vendo nesse momento é um resultado do patriarcado oprimindo a mulher e suas habilidades e convencendo-a de que ela é nada além de aparência e carisma, o que obviamente leva muitas mulheres a enxergar as outras como competição ao invés de aliadas nessa luta por sobrevivência. Eles nos mantêm divididas por uma razão…quando acordarmos e enxergarmos as coisas como elas são, é impossível não entender a força que você possui dentro de você. Gostaria de poder dizer que esse governo viu o valor das mulheres mas tantas ordens executivas aplicadas atingiram não só as mulheres como um todo, mas especialmente atingiram nossas minorias e os vulneráveis. Num regime em que arrecadamentos bilionários são priorizados e o valor do ser humano e a sustentabilidade se tornam obsoletos, é realmente um momento importante para combater e se impor e encontrar uma luta na qual você acredita, e agir. Eu tenho trabalhado muito com o Fifth Harmony no último mês e tenho escrito o máximo que consigo, usando a minha voz o mais frequentemente possível para esclarecer fatos, trazer informações novas e todas as coisas que estão acontecendo para a atenção das pessoas. Eu vou me manter informada, eu contribuo com dinheiro para quase todas as causas que eu tomo conhecimento, estou trabalhando com minha equipe para descobrir organizações com as quais eu possa trabalhar mais de perto, indo a qualquer protesto ou marchas que ocorrem ao meu redor as quais eu consiga comparecer. É complicado quando você não tem uma estabilidade para trabalhar em algo então eu dou o meu melhor para me manter informada e fazer o possível. Ligar e mandar cartas para os seus senadores também é um ótimo método diário.

Alguém diria que sua luta pelos direitos das mulheres é contradita pela imagem sexualizada que você e seu grupo representam. O que você diria para contrariar essa noção?
Eu diria primeiramente que a imagem do grupo não tem nada a ver com quem eu sou como indivíduo, como tenho certeza que a maioria das pessoas podem entender se me conhecem ou sabem da história de como fomos reunidas no X Factor. Mas, em segundo lugar, eu diria que, independente da maneira como a marca foi criada, somos quatro mulheres muito trabalhadoras que conseguiram fazer nossos sonhos de nos tornarmos artistas tornar-se uma realidade mais possível através disso. Nós alcançamos milhões de pessoas ao redor de todo o mundo que assistem nossas entrevistas e ouvem a mensagem que vai além da sexualização, que é sobre se amar primeiro e entender o seu valor. Tantos dos nossos fãs nos disseram o quão se valor eles se sentiam antes de nos descobrirem e assistirem nossas entrevistas e ouvirem nossas músicas. Dentro das nossas músicas há vários tópicos que lidam com crescer, amar e entender. Uma mulher aceitando sua sexualidade é algo que não devia ser um tabu; muitas das nossas músicas mais populares são sexuais, com certeza, mas eu diria que isso é mais um resultado do que a cultura nos EUA impulsiona e consume. Nossos primeiros singles, “Miss Movin’ On”, e “Sledgehammer” e “BO$$” todos tinha a ver com se armar com o seu poder e amar. Esses infelizmente não foram tão bem sucedidos como “Worth It” ou “Work From Home” então eu acho que fica claro o que as pessoas querem versus o que nós queremos dar para elas. Mas, novamente, mulheres aceitando sua sexualidade nunca deveria ser um motivo para desprezar seu intelecto ou sua habilidade de falar sobre tópicos que vão além disso.

Por que você acha que estadunidenses subestimam tão obviamente o poder da campanha abastecida por ódio e misoginia do Trump? Com que você acha que isso se relacionou mais?
Acho que os estadunidenses estão tão exaustos nessa vida que o capitalismo os colocou que preferem o conforto e estabilidade ao medo da prisão ou do além-mundo desconhecido onde existe compreensão e amor florescendo a cada canto da nossa cultura e sociedade. Nos ensinam que as coisas eram, são e sempre serão assim. Nos EUA somos treinados para nos preocuparmos apenas com o nosso futuro e esforço pessoais, não somos ensinados a dividir, ajudar ou dar. Então, numa sociedade que é tão egoísta, é completamente compreensível o porquê de tantas pessoas desligarem sua empatia e enxergarem que o que esse governo está fazendo é o que é melhor para esse país. A maioria das indústrias para as quais as pessoas trabalham exploram humanos diariamente por lucro, é assim que conseguem sobrevivência, então eles nem percebem mais; está normalizado. As pessoas são lucro e somos ensinados a acreditar que se nos preocuparmos com alguém, ficaremos presos no último lugar na luta por sobrevivência. É com esse tipo de propaganda que esse governo alimenta seus consumidores: “imigrantes estão roubando seus empregos e matando e estuprando suas mulheres!”. Se você gritar isso alto o suficiente para sobrepor o evidente sistema de golpe deles, aqueles escravizados a isso iriam preferir culpar a “ameaça” do que a verdade horrível de que o seu próprio país está os traindo; então, a maioria das pessoas só segue em frente na corrida de ratos. Acho que o único motivo de eu conseguir ver tudo da maneira que realmente é, é porque fui abençoada pela capacidade de poder fugir disso e viver a minha vida através da arte. Há tanta liberdade e exploração de experiência humana nisso que muitas pessoas nunca tiveram a habilidade de explorar. Eu também entendo como as pessoas preferem não pensar na miséria que suas vidas diárias são porque são ensinados que sucesso e felicidade são equivalentes à quantidade de dinheiro nas suas contas bancárias, não à emoção humana, ao amor ou valor. O escapismo é sempre a melhor opção em detrimento a revolução; o nacionalismo está enraizado demais na mente estadunidense impedindo que as pessoas possam pensar criticamente sobre ao que elas estão se aliando. Acho que essa campanha abastecida por ódio despertou todas as pessoas que se sentiram traídas pelo sistema e precisam culpar alguém que não seja os seus Estados Unidos. Acordou todos direitistas que tem um medo profundo de qualquer coisa diferente deles, acordou pessoas que tem se sentido envergonhadas do ódio dentro de seus corações e que precisavam ser “politicamente corretas” toda hora ao redor de seus amigos. A maioria das pessoas que votou nele nem mesmo assumiram, apenas silenciosamente marcaram o nome dele na cabine de votação. Ele deu validação ao ódio e é o campeão deles: ele está entregando tudo que prometeu a eles, para que eles cresçam e unam-se nesse ódio e para que a sociedade caia vítima ao terrorismo diário e à tensão entre seu povo, mantendo-nos distraídos dos verdadeiros problemas que se encontram no nosso sistema cheio de falhas.

Muitos disseram que a Women’s March se transformou num protesto contra o Presidente Trump…você concorda? O que você aproveitou do evento como um todo?
Foi, em essência, uma união de pessoas que eram contra a retórica abastecida por ódio do governo, contra a propaganda, as mentiras, a rejeição de fatos científicos, o ataque às mulheres, o ataque à comunidade LGBTQ+, e o ataque à nossa liberdade e aos nossos direitos. Se você é a favor de qualquer uma dessas coisas, você tecnicamente é considerado estar contra o governo. Acho que o motivo pelo qual tornou-se cêntrico odiá-lo [Trump] é porque tudo o que aconteceu publicamente está relacionado a dar mais publicidade para ele. Quase todos os discursos que ele fez, quase todas as conferências de imprensa que o Spicer fica no podium se relacionam com seu carisma e quantidade de votos e o quanto todo mundo ama ele. Então, quando as coisas estão organizadas em oposição, a mídia pega tudo e faz tudo isso ser sobre ele, e eu acho que é por isso que há tanta confusão agora, porque ele não se importa com o povo, ele se importa com a sua popularidade e com o sucesso dos seus negócios. Ele é uma celebridade treinada que entende como manipular as pessoas para lucrar; ele usa essas coisas para se promover. Eu na verdade sou uma grande fã de mudar cada sentimento “anti-Trump” para “pró-direitos humanos” porque eles são sinônimos.

Na sua opinião, como o mundo pode ir para a frente sob esse regime dele de narcisismo e fatos alternativos?
Eu acho que educação e organização são os únicos caminhos pelos quais teremos uma boa chance de lutar contra esse regime. O poder de um livro, o poder do conhecimento de das palavras, eu sinto que são as únicas coisas que podem realmente mudar uma mente e um credo. Organizar-se e juntar-se, e ativamente trabalhar para se opor às coisas que estão acontecendo também é incrivelmente importante. Não podemos apenas assistir das arquibancadas – temos que ser pró-ativos!

Viajar lhe ajudou a ver o mundo de uma perspectiva diferente e muito mais simples. Você pode nos contar sobre como isso iluminou você? O que você mais aprecia na sua vida?
Viajar me deu a oportunidade de entender simplesmente o quão pequeno esse mundo é e o quão similar a experiência humana é. Somos todos pequenos seres caminhando por aí com a habilidade de sentir e pensar. O que sentimos afeta o jeito como pensamos, o que pensamos afeta o jeito como sentimos. Eu conheci pessoas com as quais nem consegui me comunicar por causa da barreira de idiomas, mas eu conseguia olhar nos olhos delas e sentir amor. Conheci pessoas que não se parecem nada comigo, mas cujas belezas eu consigo reconhecer porque elas são humanas e têm um coração batendo nos seus peitos, assim como eu. Quando você consegui experimentar culturas diferentes fora da sua, você entende os valores delas. Quando você explora outras formas de vida e outros sistemas, você entende que podem existir e existem diferentes maneiras de viver. Quando você vê quantos de nós estão correndo por aí sem destino no mesmo planeta de poeira gasosa de estrelas, você percebe o quão pequeno você é. Na vida que fui dada, é disso por isso que sou mais grata. Por ser capaz de experimentar verdadeiramente esse fenômeno que eu não teria tido a chance se Fifth Harmony não tivesse o apoio que temos ao redor do mundo. Por isso e pela minha habilidade de usar minha voz numa plataforma que alcança pessoas além do meu círculo imediato.

Quem é a Lauren, o que a separa do grupo e de outros atualmente na música?
Ainda estou tentando descubri-la, na verdade. Eu recentemente acordei de um estupor de pura inexistência de um eu próprio. Eu tive que me abandonar para ser capaz de lidar verdadeiramente com essa vida de fama na indústria da música. Eu estava caminhando por aí como um zumbi por tanto tempo e me distanciei de mim mesma por tanto tempo, que só agora estou percebendo que não reservei um tempo para pensar em quem a Lauren é e desenvolvê-la. Eu sei que ela é apaixonada, sei que ela tem muitas coisas para dizer, e sei que ela está trabalhando em si própria e evoluindo a cada dia que passa. Então, eu vou responder essa pergunta depois, através da minha música, eu espero.

Para as pessoas que nunca ouviram suas músicas antes, como você as descreveria…sem utilizar gêneros musicais?
Atualmente eu só lancem uma música com Marian Hill chamada “Back To Me”…não sei nem se tenho um gênero que posso usar porque eu amo música de tantas maneiras diferentes. Acho que só estou tentando me conectar agora. Quando ouço uma música, preciso senti-la, caso contrário eu simplesmente não vou fazê-la. Minha música individual apenas ressoará com a minha alma, chega de músicas dadas para mim para que eu cante.

Qual é a coisa mais louca que um fã fez por você?
Fãs estão constantemente fazendo coisas incríveis, mas lembro de uma vez que um fã me deu de presente uma viagem para a Itália porque ela sabia o quanto eu queria ir para lá e o seu pai era algum tipo de agente de viagens. Eu não segui com isso porque eu não tive tempo de realmente usar o presente, mas eu fiquei tão, tão grata que ela pensou em fazer isso por mim.

Quando você estava fazendo a audição para o X Factor, o que estava passando pela sua mente? Você alguma vez pensou que aquilo se transformaria nessa incrível jornada?
Quando eu estava fazendo as audições, eu estava numa audição com muitas pessoas, então lembro de estar rodeada por mil pessoas com um tênis dentro da mochila caso eu tivesse que tirar os saltos. Passei por três fases antes de chegar aos produtores e eu lembro que na época a minha única mentalidade era a de que eu iria conseguir. Sempre que eu abria a minha boca para cantar ou dizer qualquer coisa, mesmo estando nervosa pra caramba, eu me certifiquei de que eu estava dando tudo de mim. Foi a minha primeira vez fazendo audições para qualquer coisa e tentando colocar meu pé na porta da indústria, eu não tinha conexões ou conhecia alguém da indústria e aos 16, eu senti que essa era uma oportunidade única de vida que pessoas como eu que queriam uma carreira na arte poderiam apenas sonhar em receber. Então eu tratei cada momento com reverência e atenção. Acho que foi por isso que fiquei tão devastada quando fui eliminada como artista solo, porque eu sabia que havia dado tudo de mim e o pensamento de que isso não foi o suficiente era verdadeiramente de partir o coração. Então, quando eles nos chamaram de volta e disseram que podíamos continuar como um grupo, eu fiquei apreensiva primeiro porque, apesar de estar agradecida pela oportunidade, eu com certeza nunca havia me visto e visto o meu caminho artístico tendo relação com um girl group pop. Às vezes a vida lhe dá coisas que você não pode controlar, e eu acredito firmemente que é para ensinar você todas as lições que você precisa antes de ser capaz de satisfazer sua lenda pessoal. Sou muito grata pela minha experiência no Fifth Harmony porque eu aprendi tanto e também cheguei onde estou por causa do duro trabalho que coloquei nisso. Eu não seria nada sem elas e onde essa jornada me trouxe.

Onde você acha que estaria se “The X Factor” nunca tivesse existido?
Eu provavelmente estaria na faculdade agora no meu segundo ano, talvez estudando Ciências Políticas ou Humanas e Música de alguma forma. Eu provavelmente me tornaria uma escritora de alguma forma porque eu acho que essa é a arte na qual eu tenho mais confiança e força. Com certeza, estaria na faculdade.

O que você consideraria como a sua maior conquista até agora?
Minha maior conquista até agora seria provavelmente estar sendo capaz de viajar o tanto que tenho sido. Esse era um sonho meu desde pequena, e ser capaz de viajar pelo mundo e cantar enquanto faço isso tem sido uma conquista incrível para mim. Eu diria os prêmios, mas quanto mais a vida acontece, mais eu percebo que troféus não são o que faz as coisas valerem à pena, são as experiências que permitem você estar num lugar para recebê-los.

Se você pudesse dizer algo para o seu eu pré X-Factor, o que seria?
Eu diria para se desligar do barulho e ouvir mais o seu coração. Seu instinto é muito bom e você deveria confiar nele.

O que você diria que é a maior ideia errada que as pessoas têm de você?
Que eu sou definida pelo meu papel no meu grupo. Eu vou tão além dessa pequena bolha do mundo pop, assim como todas as meninas. Tenho tanta coisa a mais para oferecer e dizer para o qual ainda não tive a oportunidade. Mas eu não estou tão preocupada com isso porque mais cedo ou mais tarde, as pessoas entenderão isso.

Filantropia tem sido uma grande parte da sua carreira. Você pode nos contar sobre algumas causas mais próximas a você?
Chime For Change é uma causa linda à qual eu contribuo frequentemente. a ACLU, UNICEF, A21, Planned Parenthood; há taaantas, nossa, mas essas são algumas das minhas favoritas. Eu amo organizações que empoderam crianças e mulheres e trabalham para criar ambientes seguros para elas prosperarem e terem uma chance apropriada na vida e na educação. Todas essas organizações trabalham incansavelmente para ajudar tantas pessoas ao redor do mundo; é refrescante me perder nos sites deles. Eu espero trabalhar mais perto com eles e construir relações para que eu consiga me envolver diretamente no trabalho que eles fazem.

O que você mais ansiosamente espera para 2017?
Auto-exploração e descoberta. Eu não consigo explicar o qual incrível é começar a respirar vida dentro de mim novamente e fazer coisas por mim que me fazem feliz e que me fazem sentir inteira. Estou empolgada para escrever mais, realmente entrar em sintonia comigo mesma para que eu possa começar a perceber o potencial que vejo dentro de mim. Também estou muito empolgada pelo novo projeto do Fifth Harmony; estamos trabalhando num álbum agora onde tivemos a oportunidade de finalmente escrever algumas músicas, então isso em si tem sido um começo incrível. Estou empolgada para ver onde esse novo capítulo irá nos levar.

Fonte: Lauren J. Brasil

Publicado por Barbara Ianhes em 3 de maio de 2017

É isso mesmo que você leu!

A cantora Halsey divulgou em seu Twitter, a Tracklist de seu novo álbum, e nele, contém uma faixa chamada “Strangers”, que que é uma participação com a Lauren.

O novo álbum da Halsey, “Hopeless Fountain Kigdom” será lançado no dia 2 de junho desse ano e já estamos muito ansiosas a espera dessa música.

ATUALIZAÇÃO: Halsey concedeu uma entrevista para a Beats1 onde falou mais detalhadamente sobre a música com a Lauren. Confira abaixo a tradução:

Eu queria ver como seria se Pat Benatar e Stevie Nicks tivessem escrito uma canção de amor… Strangers é uma das melhores canções do álbum – é uma música de amor entre duas mulheres, que cantam uma para a outra. Creio que nunca escutei uma música de amor entre mulheres ir ao TOP 40, é algo importante pra mim escrever algo assim”” adicionou Halsey.

Publicado por Barbara Ianhes em 29 de abril de 2017
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